Tribunal Eleitoral foi representado pelo presidente em exercício

O presidente em exercício do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Humberto Vasconcelos, participou, nesta quarta-feira (7), da cerimônia de posse de 47 juízas substitutas e juízes substitutos de 1ª Entrância do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
Além dele, integraram a mesa de honra:
- o presidente do TJPE, desembargador Ricardo Paes Barreto;
- o corregedor-geral da Justiça de Pernambuco, desembargador Francisco Bandeira de Mello;
- o diretor-geral da Esmape, desembargador Jorge Américo;
- o presidente da Comissão do Concurso Público para Provimento do Cargo de Juíza Substituta e Juiz Substituto do TJPE, desembargador Stênio Neiva Coelho.
Ao se dirigir aos novos integrantes do Poder Judiciário pernambucano, o desembargador Stênio Neiva Coelho destacou a responsabilidade ética e o caráter de serviço que devem nortear a magistratura:
“A conquista de todos(as) vocês traz o compromisso elevado de exercer, juntamente com todos(as) nós do Poder Judiciário brasileiro, a magistratura com isenção, independência e serenidade, sem jamais se curvar às pressões e às vaidades do mundo. A toga não é poder, é serviço. O desejo do TJPE é que cada decisão seja guiada pelo bom senso e pela humildade. O Poder Judiciário de Pernambuco acolhe a todos(as); o povo pernambucano é realmente acolhedor. Sejam muito bem-vindas e muito bem-vindos. Parabéns.”
O presidente do TJPE, desembargador Ricardo Paes Barreto, iniciou sua fala com uma saudação especial ao anfitrião do evento, destacando o trabalho desenvolvido pela Escola Judicial:
“Saúdo inicialmente o nosso anfitrião, desembargador Jorge Américo, amigo de formatura na Faculdade de Direito do Recife, que, juntamente conosco, encerra a gestão realizando um trabalho maravilhoso à frente da Esmape. Parabéns pelo brilhante trabalho desenvolvido com o apoio de sua equipe.”
Em seu discurso, o chefe do Judiciário pernambucano ressaltou o papel humanizador da magistratura:
“A Justiça não precisa ser fria para ser firme. Ela pode ser técnica sem deixar de ser humana, rigorosa sem deixar de ser justa. O magistrado e a magistrada são, antes de tudo, pacificadores sociais. Em cada cidade, em cada comarca, vocês serão referência.”
Fonte: Comunicação / Notícias / TRE-PE / Janeiro de 2026.




