Alagoinha

alagoinha

História

Alagoinha é um município brasileiro do estado de Pernambuco. Localiza-se a uma latitude 08º27’59 sul e a uma longitude 36º46’33 oeste, distando 225,5 km da capital do estado. Sua população estimada em 2024 era de 14.355 habitantes.
O nome Alagoinha é proveniente da grande quantidade de pequenas lagoas existentes nas terras do município.
Administrativamente, Alagoinha é formada por dois distritos: Alagoinhas (sede) e Perpétuo Socorro e pelos povoados: Alverne, Lage Grande, Campo do Magé, Salambaia, Jenipapinho, Lage do Carrapicho dentre outros.

 

O povoamento de Alagoinha inicia-se nos anos de 1761, João Antunes Bezerra comprou a propriedade de Alagoinhas, que fazia parte da sesmaria doada pelo governo português, ainda no século XVII, através do então governador da Capitania de Pernambuco, Fernão de Souza Coutinho, aos portugueses Bernardo Vieira, Antônio Pinto e Manuel Vieira.
Acompanhado de sua esposa e de dez escravos, João Antunes transferiu-se da localidade Tará (pertencente hoje ao Município de Venturosa), de onde era natural, para Tingui, na encosta sul do atual município de Alagoinha. Em 1790 o irmão mais novo de João Antunes, Gonçalo Antunes Bezerra, conhecido boiadeiro da região, casa-se com a moça de boa família da cidade de Vitória de Santo Antão, fixando residência ali por quatorze anos. Em 1804, por não se sentir bem de saúde, e com saudades do sertão, resolve mudar-se, e compra a propriedade do irmão que por se sentir velho e sem filhos deseja que Gonçalo passasse a residir perto dele.
Seus filhos, Gonçalo Antunes Bezerra Júnior e Antônio Fernandes Sampaio Leite casaram-se com Ana Bernarda e Ignez Bernarda Torres Galindo, descendentes de tradicional família da Galiza, que havia migrado da Espanha para Pernambuco e se fixado em Vitória de Santo Antão ainda na primeira metade do século XVII: os Torres Galindo.
Em 1825, Gonçalo Antunes Bezerra toma a iniciativa de construir um altar numa das dependências de sua residência, destinado às orações dos seus familiares e vizinhos. Um padre celebrava ali a Santa Missa, batismos e casamentos. Com a chegada da imagem de Nossa Senhora da Conceição (existente até hoje), padroeira da localidade, completa-se o desejo do proprietário, no sentido de ampliar o espírito religioso dos habitantes.
Em 1833 em virtude do falecimento de Gonçalo Antunes de Bezerra, seus filhos fizeram a doação do terreno em que estava fundada a povoação, a Nossa Senhora da Conceição, ficando tal terreno sob a administração da Igreja Católica Apostólica Romana.
Em 1850 com o aumento da população, os habitantes da vila de Alagoinhas se empenharam na construção da sua primeira capela, fazendo-se nesse ano, apenas a capela-mor. Em 1859, organizaram Jacinto da Silva e seu filho, uma peregrinação com a imagem de Nossa Senhora ao alto sertão, a fim de, por essa maneira, obterem os meios necessários entre os fazendeiros daquela região, para poderem terminar as obras da igreja. Regressando dessa visita, trouxeram cabras, ovelhas e dinheiro. Em 1863 foi concluída a primeira igreja da cidade. Nos primeiros anos a velha igreja teve à frente o operoso Frei João de Santa Secília, que ao morrer foi enterrado em frente à igreja. (Frei João é hoje o nome de uma das principais vias da cidade).
Já em 1879 pela lei provincial nº 1408, de 1879 e por lei municipal nº 1, de 1892, foi criado o distrito de Alagoinhas, subordinado ao município de Cimbres.
No ano de 1908 houve um grande surto de Febre Amarela no então distrito. Boa parte da população de Alagoinhas foi dizimada, sendo inclusive construído um cemitério exclusivo para as vítimas da epidemia. No ano de 1918 a velha igreja foi demolida para a construção da atual Matriz de N. Senhora da Conceição, concluída em 1931, feita em regime de mutirão pelas mãos e doações dos próprios moradores e graças ao esforço extraordinário do operoso e hábil Frei Jerônimo Clemen.
Nos anos 30, Alagoinha já tinha uma das maiores feiras livres da região. O comércio propiciou a formação de uma pequena elite local e sua instrução acadêmica. Nos anos 40, a pequena elite da então Alagoinhas resolve lutar pela emancipação do distrito que contava com mais ou menos cinco mil habitantes e pertencia à cidade de Pesqueira, antiga Cimbres. Alagoinhas, já tinha eleito um prefeito da sede (Tenente Dorgival Galindo) e possuía grande efervescência comercial. Era o distrito mais importante de Pesqueira, possuía professores, bacharéis e diversas autoridades patenteadas pelo exército. Um dos grandes nomes da emancipação de Alagoinha foi o comerciante Austriclínio Galindo (trineto de Gonçalo Antunes).
Durante o processo de emancipação, o distrito Alagoinhas barrou em uma questão: já havia uma cidade de mesmo nome na Bahia, e por isso a futura cidade deveria mudar de nome, vários nomes foram propostos, porém uma sugestão de Luís Celso Galindo, fundador da vila do Alverne, propôs a supressão do s final do nome. A ideia foi aceita e em 31 de Dezembro de 1948, Alagoinha foi declarada município pela lei estadual nº 420, de 31 de Dezembro de 1948, foi nomeado prefeito interino do novo município Austriclínio Galindo, sendo a notícia da emancipação declarada em praça pública, em plena tradicional festa natalina: Alagoinha é cidade!
Perpétuo Socorro é um distrito de Alagoinha criado pela lei municipal nº 12, de 23 de setembro de 1953. Em 20 de dezembro de 1963, pela lei estadual nº 4.997, o distrito foi emancipado e elevado a condição de município. No ano seguinte, entretanto, o Tribunal de Justiça extinguiu o município, reanexando seu território ao município.

Geografia

O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005. Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.

Vegetação e Clima

Vegetação: caatinga, com florestas subcaducifólias. Vegetação de transição.
Clima: transição entre quente e úmido e semiárido quente.
Temperatura média anual: 21,6 °C
Período de chuvas: de janeiro a agosto.

Por causa da altitude, Alagoinha possui, principalmente no inverno, noites frias para os padrões nordestinos, com frequente neblinação. Em 2004 registrou a marca mínima de 13°C, sendo bem certo que, dado a relativa novidade e precariedade dos registros, chega a apresentar temperaturas abaixo dos 12°C nos invernos mais rigorosos.

Relevo

O município está localizado no Planalto da Borborema, com relevo movimentado por maciços e outeiros com altitude entre 600 e 1000 metros. Os solos possuem fertilidade de média a alta.

Hidrografia


O município está nos domínios das bacias hidrográficas do Rio Ipanema e do Rio Ipojuca. Os principais tributários são os riachos: Fundo, Magé, Piauí, Liberal e Macambira, todos de regime intermitente.

📌 Fontes: Registros históricos locais, WIKIPEDIA

Populacao 300x200

POPULAÇÃO

BGE 2010: 13.759;
IBGE OFICIAL 2022: 13.542;

Politica 300x200

PODER JUDICIÁRIO

COMARCA DE ALAGOINHA
Forum Dr José Vital Bezerra Galindo
End.: Av Gonçalo Antunes Bezerra, sn
Fones: (87)3839.1157

Historia 2 300x200

ASPECTOS HISTÓRICOS

Desmembrado de: PESQUEIRA;
Data de Criação: 31/12/1948
Data Cívica (Aniv da Cidade): 31/12

Aspectos Fisicos 300x200

ASPECTOS FÍSICOS

Mesorregião: AGRESTE /
Microrregião: VALE DO IPOJUCA;
LIMITES:
Norte: Pesqueira; Sul: Venturosa;
Leste: Pesqueira; Oeste: Venturosa;
Área: 180 km2; – Alt Sede: 726 mts;
Dista Capital: 225 kms – Vias: BR232 – PE217

Cultura 300x200

CULTURA E TURISMO

Feira Livre: Segunda-Feira;
Padroeiras: Nª Sra da Conceição
(8/12) Nª Sra das Dores (15/09);
Festas: Nª Srª da Conceição,
Carnaval e Festas Juninas;
Atrativos: Caldeirão do Padre; Sítio
Arqueológico; Casas Geminadas;
Santuário e Olho D`agua do Padre
Cícero;e Lagoa de Baixo;
Educação – Matrículas:
Infantil: 452; – Fundam: 1.975; – Médio: 493;

Economia 300x200

ECONOMIA LOCAL

Potencial: Agropecuária;
Agricultura: Goiaba e Mandioca;
Pecuária: Bovinos e Suínos;;
Frota de Veículos:
Automóveis: 1.492; – Motos: 1.298;

GAL MARIANO

PREFEITURA MUNICIPAL DE ALAGOINHA

         End: Pç Barão do Rio Branco,153 – CEP: 55260-000 – Fones: (87) 3839.1156 – Nº Eleitores: 12.100

PREFEITO

1

SIMÃOZINHO

Simao Cirineu Da Costa Neto
PSDB: 6.950 ( 71,37%) – Aniv: 10/04

VICE PREFEITO

2

EDINHO de Nilza

Edno Galindo Freire
PSDB – Aniv:23/10

CÂMARA MUNICIPAL DOS VEREADORES

“Casa Manoel Isidoro Sobrinho” – Praça Manoel Isidoro Sobrinho,3 – Fones: (87)3839.1156/1172 – Nº de vereadores: 9

BRUNO
Bruno Cesar de Oliveira Melo
PSDB: 909 – Aniv: 14/06
BOY de Nilza
Ednildo Galindo Freire
PSD: 1.453 – Aniv: 11/07
MATHEUS INÁCIO
Sergio Matheus Inácio Souza
PSD: 652 – Aniv: 08/09
SUKITA
Anderson Galindo da Silva
PSDB: 853 – Aniv: 12/12
JUNIOR
Junior Edson Gomes da Silva
PSD::530 – Aniv: 19/04
EZINHO
Ezio Galindo Cordeiro
PODE: 533 – Aniv:15/09
MANU IZIDORO
Emmanuely S. B. A.P. Izidoro
PSDB: 523 – Aniv: 06/02
NIVALDO GALINDO
Nivaldo Galindo Silva
MDB: 497 – Aniv: 30/09
DORA
Maria das Dores Galindo
PT: 416 – Aniv: 20/11

AGENDA DE NEGÓCIOS E SERVIÇOS

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